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07/07/2015 Varejo agropecuário também precisa se adequar à nota fiscal eletrônica ao consumidor

Mudança nos procedimentos fiscais somada à evolução do comércio varejista no agronegócio resulta em demanda por softwares específicos para o setor


Desde o dia 1º de julho, a obrigatoriedade da emissão da NFC-e começou a valer para algumas empresas do comércio de seis estados brasileiros (Roraima, Paraíba, Sergipe, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná). Até o fim do cronograma, todos os setores precisam estar adequados às novas regras, inclusive o de varejo agropecuário, como os pet shops, produtos veterinários, máquinas e ferramentas, entre outros.


O cronograma de adequação varia conforme o estado e é determinado por cada Secretaria da Fazenda (SEFAZ). No Paraná, por exemplo, a obrigatoriedade para o setor começa a partir do dia 1º de dezembro. Em outros locais, a obrigatoriedade não é por segmento, mas sim por faturamento ou outro critério. A mudança nos procedimentos fiscais somada à evolução em grande escala do comércio varejista no agronegócio, especialmente os pet shops, resulta em uma demanda por softwares que ajudem as empresas na adequação às novas regras e necessidades.


A NFC-e substitui o Cupom e a Nota Fiscal de venda a consumidor, modelo 2, emitida manualmente nos comércios. O objetivo é permitir que um documento fiscal totalmente eletrônico registre, com validade jurídica, a compra do consumidor final, integrando plataformas físicas e virtuais, e sirva como regulador do varejo.


O cronograma completo de cada estado para adequação a NFC-e está disponível nos sites das Secretarias da Fazenda.


Fonte: Jornal Contabil